Mostrando postagens com marcador XBO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador XBO. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de julho de 2021

[Review] Narita Boy (Multi)

O mundo virtual está em risco, e você é sugado pra dentro do computador para salvar o criador de tudo!


Juntando a experiência dos jogos em 8 bits dos anos 80, com um mix de música eletrônica e grandes inspirações na história de TRON e Reboot, feito pelo Studio Kobe, você se torna um herói virtual no início dos anos 80, em um mundo virtual 2D imersivo e cheio de surpresas, com uma história rica em acontecimentos.

História

Início dos anos 80. Um criador de programas de computador está trabalhando por horas a fio, mas, durante a madrugada, um de seus softwares surge na tela e bate nele, fazendo-o ter um leve desmaio e perda de memória. Enquanto isso, em outro canto da cidade, você, um jovem pré-adolescente levando bronca da mãe por estar jogando até tarde no computador dado por seu pai, tem que dormir pra não ficar sem videogame. O mundo virtual está em risco, e talvez o mundo real junto com ele. Os softwares tem uma religião virtual, na qual há uma profecia, e você é o escolhido para ser o herói que vai ajudá-los a devolver as memórias ao criador, e assim, salvar os dois mundos, real e virtual, deste software que bugou e se tornou tirano.


Gameplay

O jogo funciona em formato Plataforma 2D, ao estilo clássico, de aventura e mistério. Você precisa resolver alguns pequenos puzzles, lutar contra alguns inimigos (praticamente um Metroidvania), e coletar itens pelo caminho que podem te ajudar na sua missão. O controle é simples, e bem fácil de se acostumar (como utilizamos a versão de PS4 para esta review, nossa experiência foi com o controle). O jogo começa apenas com movimentação, mas, à medida que você vai andando, os comandos vão sendo liberados, fazendo com que o tutorial seja de leve, e sem cara de tutorial.

A narrativa do jogo é bem simples e sem grandes dificuldades em serem resolvidos no começo, mas, a dificuldade vai aumentando a cada parte avançada.

Audiovisual

São gráficos em 8 bits complexos e maravilhosos, unindo nostalgia dos anos 80 com artes que fazem seus olhos brihlarem. Como há momentos com muitas luzes piscando, pode não ser muito recomendado à pessoas com problemas de epilepsia, mas, tirando isso, sãoartes que enchem os olhos e a alma.

A trilha sonora não fica pra trás, temos aqui músicas eletrônicas afiadas e cheias de vida, bem compostas, e que envolvem no clima da história. As músicas cantadas, como a abertura, também conseguem conquistar facilmente os ouvidos do jogador.

O jogo traz inclusive legendas em português do Brasil, além das que geralmente estão disponíveis nos jogos, como inglês.


Conclusão

Um jogo maravilhoso pra quem curte Platasforma 2D, aventura, mistério, uma história envolvente, assim como sua trilha sonora, e cheia de referências à cultura pop dos anos 80. Um prato cheio para nostálgicos e entusiastas dos 8 bits, sem sombra de dúvidas!

NOTA FINAL 9.0 / 10

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Truberbrook (Multi)



Sobre o Jogo

Trüberbrook jogo de ficção científica e mistério da HeadUp Games que se passa numa pequena vila rural alemã em um universo paralelo, em plenos anos 60, aonde você acredita trr ganho na loteria uma viagem de paz e descanso, mas acaba precisando salvar o mundo

História

Você ganhou um período de descanso em uma zona rural da Alemanha em plenos anos 60, mas, se vê envolvido em mistérios perigosos em uma aventura de tirar o fôlego, num universo paralelo ao nosso, correndo grandes riscos de vida para poder salvar o mundo.



Gameplay

O jogo é feito todo em stopmotion, com artes belíssimas, dignas de animações como A Noiva Cadáver de Tim burton, e um roteiro peculiarmente genial, como Twin Peaks, além de ter dublagem e trilha sonora impecáveis, que te prendem mais ainda ao jogo.

Ele é em forma de Point & Click, e faz com que você tenha vontade de jogar mais johos do estilo. Comandos fluidos e bem organizados, que deixam o jogador bem confortável durante a gameplay. 


Conclusão

Um jogo divertido e cheio de enigmas e mistérios, que merece atenção em cada mínimo detalhe, e tem final surpreendente. Assim como a maioria dos jogos do gênero Point & Click, você precisa selecionar os itens ou locais aonde pretende ir.

Uma verdadeira obra de arte aos olhos de fãs de animação em claymation/stopmotion, que traz uma grande experiência com uma história imersiva que não deixa a desejae


NOTA FINAL  9.5 / 10

sábado, 25 de agosto de 2018

[Review] Le Tour de France 2018 | Pedalando no Xbox One

"VIVA A PAIXÃO DO TOUR! Incorpore os melhores campeões e corra na pista oficial do Tour de France 2018! Desfrute de toda a intensidade desta lendária corrida: ataque, siga os melhores trajetos e use as melhores táticas de corrida para comandar a sua equipe até a vitória e ganhar a mítica camisa amarela da LCL!"

Le Tour de France 2018 foi desenvolvido pelo Cyanide Studio e publicado pela Focus Home Interactive em 26/06/2018 para Playstation 4 e Xbox One; o jogo tem aproximadamente 19,17 GB e custa em torno de R$ 153,00. Não possui versão em português; suas opções de idioma são inglês, espanhol, francês, italiano, dinamarquês e holandês.

É possível jogar em modo cooperativo ou contra em Multiplayer local, com tela dividida ou compartilhada. A maior competição de ciclismo do mundo tem versão em games desde 2016, sendo que este ano foram acrescentadas novidades e muitas informações. (Assista ao trailer aqui)

Pedaladas pela França

Como dito acima, a Tour de France é a maior competição de ciclismo do mundo; o que significa que também é a mais difícil e longa, no que diz respeito ao percurso: são 176 ciclistas em 21 etapas, com mais de 3.300 km a serem percorridos, ou seja, as mais belas paisagens européias estão pelo caminho dos participantes; cidadezinhas, castelos, montanhas, belas ruas com florestas no entorno. No início tudo parece bucólico, até você perceber que são cerca de 200km controlando o seu ciclista a cada prova, gerenciando o percurso e orientando a equipe, o que pode ser beeeeemmm chatinho...

Para evitar o tédio, é possível avançar a fase usando Inteligência Artificial, mas as coisas acabam ficando um pouco caóticas e sem garantia de êxito, pois o jogo tomará decisões à sua revelia, não importa o que tenha sido configurado; o mesmo acontece no gerenciamento de equipes.

Outro ponto perigoso é que se você decidir alimentar seu personagem, ele irá parar de pedalar no meio da estrada, ou seja, se você estiver em um ponto crítico da disputa por colocação e seu ciclista começar a falhar por causa de falta de comida, ele vai parar de vez ao comer. Escolha o momento certo para as paradas estratégicas.  

Gerenciando os velocistas

A formação da sua equipe será a primeira preocupação para a garantia de bons resultados nas provas. Um bom grupo, com atributos necessários para cada missão, ajuda em muito a garantir a liderança. Para montar uma boa equipe, é preciso conhecer os atributos de cada velocista, utilizando as melhores opções de acordo com os locais. Lembrando que os corredores consomem mais energia nas subidas do que nas planícies, e quase não gasta energia nas descidas. Um nível alto de Prologue permite bom desempenho em etapas curtas (menos de 10km) e um alto nível de High-Trial ajuda nas etapas mais longas, por exemplo.

As pistas possuem áreas mais montanhosas ou planas, então você deverá escolher um atleta que tenha atributos mais indicados para as dificuldades do percurso, o que irá auxiliar em muito a sua jornada: As pistas planas são bem mais simples de superar para velocistas com atributos em Sprint e Flat. Os explosivos são os indicados para as montanhas com objetivo no topo da subida. Os versáteis ajudam a proteger os líderes.

Entendendo as competições

Ao completar os estágios de acordo com a dificuldade, o jogador ganha pontos de experiência (XP), desbloqueando novos desafios: Amador: 5XP; Profissional: 10 XP; Campeão ou Lenda: 15 XP. Ao vencer o estágio, ganha-se XP em dobro; ao completar a missão da equipe, o XP é dobrado no final da corrida.

No modo Tour é possível encarar as competições: Tour de France, Critérium du Dauphiné e Paris-Nice. O XP desbloqueia o La Route Corse (3 etapas), o Sprint Challenge (3 etapas), o Open Tour (5 etapas) e o Euro Tour (5 etapas).

No modo Clássico, há corridas diárias em Paris-Roubaix; de acordo com o XP é possível participar do Campeonato Mundial com uma equipe nacional.

No modo My Tour é possível criar sua própria corrida, selecionando suas etapas preferidas. O XP ganho é o mesmo do modo Tour. Também é possível escolher os níveis dos oponentes. 


Na reta final...

O jogo tem todas as informações sobre as provas originais, sendo uma interessante forma de aprender sobre a tradicional competição; todas as equipes originais, com seus atletas e uniformes estão presentes. Porém, a caracterização dos personagens é péssima, é impossível distinguir os ciclistas pelo rosto; são todos idênticos, os movimentos dos NPCs são básicos e, se você trombar acidentalmente com um deles ao passar, nada expressivo acontece, é como se os torcedores fossem apenas mais um elemento do cenário, o que deixa tudo com um aspecto "plástico" de jogo inacabado.

Em nosso teste na versão para Xbox One, o jogo apresentou muitos bugs de estabilidade, como ficar travando nos momentos de maior velocidade. Os gráficos não empolgam muito, não utilizam todos os recursos do console, dando a impressão de um jogo da geração anterior. As paisagens e cenários são bonitos, mas ficariam melhores em um gráfico mais apurado.

Concordamos que ciclismo não é um esporte com transmissões televisivas ou cobertura jornalística que dê à prática a popularidade do futebol brasileiro na mídia de massa; mesmo assim, é fácil gostar de bicicletas e seu mundo, o problema é quando este universo é apresentado de uma forma entediante. Jogos de velocidade cativam seu público pela agilidade, e isso Tour de France não tem: as provas são lentas, demora para aprender as formas de ter bons resultados, e os elementos que poderiam facilitar, como a Inteligência Artificial e os power ups (representados pelo alimento) na verdade atrapalham. Jogue este título se estiver de bom humor.


- Qualidades

- Para os fãs do esporte, é bem completo e mostra o espírito da competição real;
- Tem várias opções de equipes e pistas;
- É bem instrutivo, o jogador vai aprender bastante sobre a Tour de France.

- Defeitos

- O jogo é enjoativo, não possui atrativos suficientes para prender o jogador;
- A Inteligência Artificial acaba sendo uma inimiga;
- Não é tão desafiante, o que também faz perder o interesse rápido.

Le Tour de France 2018 - Xbox One / PS4 - 6,5

* Esse texto foi produzido a partir de uma chave cedida pela assessoria de imprensa.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

[Review] Super Blackjack Battle II Turbo Edition (Multi) | Dando as cartas no Xbox One


"Super Blackjack Battle II Turbo Edition apresenta uma lista de 12 personagens irreverentes em uma competição para conquistar o título de melhor jogador de Blackjack de todos os tempos. A convite do chefão da família mafiosa de maior influência no pedaço e proprietário do melhor cassino de Las Vegas, cada personagem enfrentará outros participantes cara a cara em um jogo de cartas". 

Super Blackjack Battle II Turbo Edition é um jogo de cartas desenvolvido pela Stage Clear Studios e lançado em 25/07/2018 para Xbox One pela Headup Games, com textos em português brasileiro e tamanho aproximado de 1,04 GB. O título saiu originalmente para PC; também foram anunciadas versões para PS4 e dispositivos mobile (iOS e Android). 

O clima de paródia com o sucesso dos jogos de luta Street Fighter II é o que dá roupagem ao jogo, que tem gráficos retro em pixel art característica dos anos 90, o que por si só é bem divertido e curioso; mas não vai muito além disso. (Assista ao trailer aqui). 


Embaralhando conceitos

Os 12 personagens de diferentes países possuem aparência de típicos frequentadores de cassinos, mas também poderiam ser protagonistas de fighting games. Cada um possui enredo próprio e motivação para viajar por todo o mundo enfrentando jogadores até receber o convite do chefão da família mafiosa de maior influência no pedaço e proprietária do melhor cassino de Las Vegas, onde acontece o desafio final; porém, o campeonato para a conquista do título de maior jogador de Blackjack do mundo esconde um plano secreto do vilão.

Ou seja, todos os estereótipos dos jogos de luta dos anos 90 estão presentes no roteiro e na construção dos personagens, como o agente infiltrado do FBI, Mark, e Kamiko, a mocinha oriental em busca de vingança pela morte de seu pai.

As curiosidades do story mode são engraçadas e ajudam a prender o jogador, mas não são o bastante para fazer do título algo excelente. São dez narrativas diferentes, e assistir ao final próprio de cada uma será um desafio, pois o jogador terá que superar as entediantes batalhas nas cartas para "zerar" o jogo tantas vezes.


Faz um 21

Blackjack é conhecido no Brasil como 21, uma das modalidades mais simples do jogo-de-azar, onde para ganhar é preciso ter mais pontos que o adversário, sem ultrapassar o total de 21. A mão mais elevada é um Ás e uma carta de 10 pontos (valetes, rainhas ou reis), o que é chamado de blackjack: um destes, paga 3 para 2 da aposta ou 6 para 5 no caso do vegas strip. Lembre-se disso ao jogar e apostar seus pontos.

A escolha do personagem não chega a influenciar muito em handcaps, se dá mesmo pelo story mode, e seu desempenho fica condicionado à sorte, ou as combinações de possibilidades permitidas pelo jogo; sem o aspecto caótico de uma mesa de cartas do mundo real, tudo fica um tanto previsível, e o computador faz o possível para complicar a vida do jogador... 




Testamos o jogo no Xbox One, mas a experiência seria idêntica em qualquer outra plataforma: as mesas são rápidas, e o jogo parece ter empurrar para a derrota; a estética de Street Fighter é engraçada, mas ver a mesma piada várias vezes enjoa; a única opção de multiplayer é para até 4 jogadores locais, o que não ajuda o jogador solitário. A roleta tenta ser uma auxílio para recuperar pontos, mas tudo sempre parece acabar no mesmo resultado: tédio. 

Com tantas opções de jogos que ocupam o mesmo espaço em disco no Xbox One, o jogo só se torna indispensável para quem é muito fã de jogos de cartas ou como curiosidade para os apaixonados por fighting games; a falta de disputas online é uma falha e tanto, pois a opção de um modo "versus" com os amigos da Live poderia proporcionar mais algumas horas de diversão. 

- Qualidades:

- Uma super homenagem a Street Fighter II e aos anos 90; retro gamers irão adorar;
- O story mode agrega diversão à mesmice do 21;
- É mais uma opção além daqueles jogos de cartas da Microsoft do tipo dos pré instalados no pacote Windows.

- Defeitos:

- Vale como curiosidade, e apenas isso;
- Não possui modo multijogador online;
- Se você está jogando no console, vai querer usar seu tempo com um título mais interessante...

Super Blackjack Battle II Turbo Edition - PC / PS4 / Xbox One / mobile - 6,5

* Esse texto foi produzido a partir de uma chave cedida pela assessoria de imprensa.


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

[Review] Road to Ballhalla (Multi): Vamos lá buscar as esferas no Xbox

"Prepare suas bolas para uma jornada épica até o Ballhalla. Acompanhe o ritmo para superar os perigos mais mortais e aprecie as piadas mais infames no jogo mais bolado do ano. E bola pra frente!" 

Desenvolvido pela Torched Hill e lançado pela tinyBuild em 01 de agosto de 2018 para Xbox One, PS4 e Nintendo Switch, Road to Ballhalla é um divertido jogo com desafios crescentes, para quem está procurando fortes emoções sem se preocupar com enredo ou construção de personagens.

Nosso review foi feito com a versão para Xbox One, que tem classificação Livre; o título ainda não recebeu avaliações suficientes para uma nota geral na Microsoft Store, possui tamanho aproximado de 632,44MB e preço de R$ 29,00. O jogo tem textos em inglês, e já havia sido lançado anteriormente para PC, via Steam. (Assista ao trailer aqui)


A promessa de aventuras com jogabilidade guiada pelo ritmo da trilha sonora, em fases repletas de obstáculos com diversas áreas secretas, além de modos e ítens que podem ser desbloqueados de acordo com a pontuação do jogador, faz Road to Ballhalla ser considerado como algo bem estimulante para old gamers ou fãs de jogos mais simples, onde basta algum treino e jogadas certeiras para um bom desempenho; o modo Rush é uma pedida para os mais competitivos, pois é possível comparar a pontuação com um ranking de jogadores de todo o mundo.

Um percurso que pode estourar as suas bolas

O desafio em teoria parece simples, mas em alguns momentos quase enlouquece o jogador: é preciso levar a bolinha cor de laranja pelos caminhos até o final da fase (marcado pela caçapa flamejante), pegando os pequenos pontos de energia; os pontos cor de laranja valem pontuação, e os brancos servem como marcadores de fase, ou seja, se morrer recomeçará daquele trecho.

Inicialmente o jogador entenderá que passar por cima dos quadrados vermelhos causa perda de energia e consequente morte; quadrados cor de rosa matam instanteneamente. No decorrer das fases surgirão outras cores com significação diferente, como verde, indicativo de que pode avançar, ou setas amarelas, que podem impulsionar ou impedir a passagem de acordo com a direção.

Os obstáculos não são apenas quadrados piscantes: também há barras de laser impeditivas de passagem ou que se movimentam pelo chão, podendo ser desligadas em alguns casos, ao passar por cima de círculos brancos que se tornam verdes ao serem acionados.


Como ajuda, há uma espécie de turbo, acionado pelos botões superiores do controle. Porém, se correr pelas áreas vermelhas, é morte rápida. A função auxilia nas fases em que é preciso completar os desafios no menor tempo possível.

A trilha sonora é extremamente relaxante (o que ajuda muito, pois tem horas que o estresse desencadeado pelos erros dá vontade mesmo de sair xingando e quebrando o controle), além do que, também serve como estímulo e norteio para o jogador, pois são adaptadas ao ritmo e estilo de cada nível, um excelente trabalho do compositor Nicholas Singer, que já foi indicado ao prêmio Emmy.


Mundos onde desastrados não têm vez

Ao todo, são cinco mundos, cada um com cinco fases: Corollia, Ballderaan, Dagoball, Rollin IV e Ballhalla. Cada mundo possui uma entrada para seu modo Rush; é necessária precisão cirúrgica para passar por certos pontos, no que o sangue frio do jogador é testado a cada segundo; a sensação de decepção é enorme ao falhar faltando pouco para fechar a fase perfeitamente. Quanto melhor o desempenho na fase, maior a pontuação dos tokens, que no mapa são representados por oito quadrados amarelos ao lado do número cada fase (acima, na foto); em cada mundo há um número de tokens necessários para que seja desbloqueado o mundo seguinte, o que poderá fazer o jogador voltar várias vezes na mesma fase em busca de um melhor resultado.

A maior preocupação do jogo é sobreviver aos ataques do percurso e finalizar as fases com melhor desempenho possível, gerando assim os pontos necessários para desbloquear outros mundos. As frases indicativas no meio do caminho, além de acrescentar bom humor também são de grande ajuda, mas deixam tudo com jeito de "modo tutorial".


O modo Rush convida a completar as mesmas fases de cada mundo com o menor tempo possível, sem a obrigação de pegar os pontos de energia pelo caminho, ou seja, aquela fase que você passou o maior calvário para completar, agora deverá ser terminada o mais rápido possível, de preferência abusando do turbo. Ao final, é possível ver a pontuação de jogadores de todo o globo e fazer um comparativo. Só recebe as três estrelas da fase (Time Stars) se terminar no menor tempo possível proposto pelo jogo. 

Bolas solitárias enchem o saco? 

As fases são divertidas, porém é um jogo solitário, sem opções de modos com batalhas versus outros jogadores, o que também poderia ser divertido e interessante; os mais competitivos tem apenas o modo Rush em cada mundo para tentar superar outros jogadores. 

Há fases secretas e fases bônus a serem encontradas e desbloqueadas, assim como um final secreto e diversos outros mistérios, mas aí vai depender de quantas bolas o saco do jogador aguenta.

Para os fãs de jogos sem modo História ou mega aventuras com personagens através de mundos fantásticos, Road to Ballhalla oferece diversão através de desafios que irão testar a sua coordenação motora e raciocínio lógico. Altamente recomendável.


Qualidades:

- Música envolvente que serve como estimulante para os desafios;
- As frases no percurso são um divertido tutorial que não vai te deixar na mão;
- Design clean  com visual que não enjoa nem atrapalha a visão.

Defeitos:

- Se você é impaciente, passe longe desse jogo;
- Os desafios podem parecer fáceis ou difíceis demais; em ambos os casos ficarão entediantes;
- Não há modo versus ou multijogador.

    Road to Ballhalla - Xbox One / PS4 / Switch - 9,0 

     

    * Esse texto foi produzido a partir de uma chave cedida pela assessoria de imprensa.

    sexta-feira, 27 de julho de 2018

    [Review] Monster Hunter World (Multi): Gatinhos e uma jornada que é puro amor

    A Migração dos Anciões é o momento em que os dragões mais velhos cruzam o mar em direção ao Novo Mundo, em uma jornada que acontece a cada década. Os membros da Comissão de Pesquisa da Guilda também embarcam em uma aventura para esta terra misteriosa: desta feita, a missão é investigar Zorah Magdaros, um dragão ancião colossal que brota da terra como um vulcão. 

    Monster Hunter: World, da Capcom, foi o primeiro lançamento global simultâneo para os consoles PlayStation 4 e Xbox One (incluindo Xbox One X). A conhecida franquia de ação e RPG já vendeu 40 milhões de unidades. Há menus e legendas disponíveis em português brasileiro, após o download da primeira atualização de jogo gratuita. A versão para PC será disponibilizada na Steam no próximo dia 09 de agosto e se encontra no período de pré-venda.

    O objetivo principal do jogo é explorar os ecossistemas de um grande mundo aberto e enfrentar os monstros gigantes, o que pode ser feito sozinho ou em grupos de até quatro jogadores em co-op online. Entre as novidades, estão a possibilidade de incluir pareamento de jogadores de diferentes regiões e poder entrar e sair de uma missão a qualquer momento.

    Eu acho que criei um gatinho

    Uma das coisas mais divertidas do jogo é uma função inicial, a customização de personagens, que tem muitas opções. Você também terá que customizar seu Amigato, um felino companheiro de jornada que lhe dará suporte em muitos momentos. Os Amigatos tem um grande carisma, e você vai querer colecionar bonecos deles, com certeza.

    Mas não é só com gatinho que se joga

    A jogabilidade se baseia no sistema de progressão por habilidade, ou seja, você cresce no jogo a medida que ganha novas aptidões, e também pela aquisição de ítens; os inventários são bem detalhados: o jogador pode escolher entre 14 tipos de armas com possibilidades de melhorias e diferentes golpes. O ideal é o jogador ir testando cada ferramenta de acordo com a missão, aprendendo seu uso e percebendo qual a mais adequada para cada necessidade.  
     
    É possível testar as armas na área do quarto do jogador, antes de encarar as missões. Nelas, é possível adquirir novos materiais para melhorias de seu equipamento. Se tudo der errado, também é possível usar uma espécie de estilingue atado à manopla para atirar objetos nos inimigos. 

    Um velho novo mundo

    Para inciar sua exploração, é possível escolher entre quatro modos de quests: história, opcionais, investigações e eventos. Então, você deverá decidir se vai matar ou capturar os monstros (o que rende mais prêmios no final da missão): para a captura, é preciso enfraquecê-lo, prendê-lo em uma armadilha e colocá-lo para dormir com sonífero. Missões de alta dificuldade (ou High Rank) são liberadas ao se chegar no rank 10 de caçador, que também tem outros sets de armaduras disponíveis. 

    O ambiente tem um papel especial nas caçadas, e uma função que auxilia bastante a busca pelos monstros são os guialumes, evidências indicativas da presença dos monstros nos mapas: pegadas, rastros, muco, fezes; seguindo o direcionamento é possível bolar estratégias para as tocaias, como por exemplo, atrair os monstros para áreas de cipó e assim atacá-lo, ou provocar brigas entre duas criaturas para enfraquecê-las. Os guialumes também ajudam a encontrar recursos no caminho.  

    O modo cooperativo é uma experiência muito atraente, mas é recomendável aprender todas as mecânicas primeiro antes de "chamar os amigos para a caçada", pois são várias opções de interação: é possível criar um grupo e sair pra caçar juntos, iniciar uma quest aberta onde outros caçadores se juntarão no decorrer da ação, ou lançar um sinal de SOS para que outros jogadores online se juntem ao grupo. Os ataques em grupo podem ser aleatórios ou coordenados, o que irá empolgar os jogadores.

    Muitas coisas vieram e virão, mas não são para todos

    No lançamento foi anunciado suporte continuado para a comunidade, com diversos conteúdos gratuitos, porém a primeira notícia foram as missões de evento em colaboração com o game Horizon Zero Dawn, exclusivas do PlayStation 4 (com materiais especiais que podem ser usados para forjar equipamentos temáticos únicos). Os Caçadores podem fazer seus companheiros Amigatos se parecerem com uma máquina de Horizon Zero Dawn com as missões de evento especiais. Ou seja, o Xbox One ficou de fora, o que foi um tanto desanimador para os fãs caixistas...


    O jogo tem um interessante sistema de inteligência artificial, que faz com que as caçadas fiquem bem mais dinâmicas, com elementos surpresa a qualquer momento. A busca por equipamentos e o envolvimento com a trama são grandes estimulantes a aventura, que possui entre 40 e 50 horas de duração para zerar. Claro, serão necessárias muitas outras horas para conseguir evoluir todas as armas e funções, o que faz de Monster Hunter World um excelente título.  

    - Qualidades:

    - Gráficos maravilhosos que ajudam em muito na empolgação pelo desbravamento;
    - Enredo envolvente que deixa o jogador curioso pela jornada.
    - São tantos detalhes e nuances que fica difícil explicar em um só review, é melhor você jogar...

    - Defeitos: 

    - A versão para Xbox One não tem conteúdos exclusivos ou os atrativos especiais do PS4;
    - A mecânica é meio estranha em um primeiro momento, o que pode desanimar. 


    Monster Hunter World - Xbox One / PS4 - Nota: 9,5


    * Esse texto foi produzido a partir de uma chave cedida pela assessoria de imprensa.

    [Review] Robocraft Infinity (Xbox One): Uma batalha de robôs estilo brinquedo de montar


    Uma batalha campal entre robôs totalmente customizaveis: Robocraft Infinity, desenvolvido e publicado pela Freejam em 11 de abril, é um clássico shooter em terceira pessoa, onde você lutará pela sobrevivência em eletrizantes confrontos online.

    O jogo para Xbox One possui as versões simples, completa e deluxe com preços variáveis, e foi disponibilizado gratuitamente para os assinantes do serviço Game Pass. Ele foi otimizado para Xbox One X, com gráficos aprimorados em 4K Ultra HD, recebendo durante o mês de julho algumas atualizações, como pacotes de Cosmetic Credits para compra adicional. Também é possível jogar no Windows 10, com a conta da Microsoft.

    Indicado para jogadores acima de 10 anos de idade, Robocraft Infinty possui as versões de idioma inglês, francês, italiano, alemão, espanhol, japonês, português brasileiro, russo e coreano, tendo nota 3,6 na avaliação dos jogadores na página da Microsoft: entre os relatos, muitos elogios a diversão; as desvantagens ficam por conta das microtransações e da falta de modo dois jogadores local. (Assista o trailer aqui)

    Lutando como um robô gigante

    Os modos de jogo são poucos, e são divididos em Criativo (onde é possível criar ou modificar o robô e testar as funções do mesmo), Básico (treinamento onde se pode explorar um cenário em desafios simples) e Multiplayer online, que comporta até 10 pessoas em batalhas 5 vs. 5, divididas em Partida da Morte (onde ganha quem chega primeiro ao número de 25 mortos) e Arena de Batalha (conquistas em equipe); nesses modos, todos precisam correr muito e se esconder pelos cenários cheios de aclives e declives, enquanto trocam tiros e tentam eliminar uns aos outros.

    Os controles são muito simplificados, facilitando a vida dos jogadores novatos; botões para correr, voar ou pousar (quando possível), mudar de arma ou disparar. Se a mecânica é simplificada, deixa espaço para as habilidades de batalha, onde a boa pontaria e estratégias de emboscada são o que vale. 


    As possbilidades criativas são muitas, desde a montagem de veículos terrestres, como carros e tanques; voadores, como  navios de guerra (hã?), helicopteros, e até drones; além de baseados em animais, como dinossauros e escorpiões; o visual lembra algumas séries de animações como Bionicle ou brinquedos de LEGO, mas um dos grandes problemas são os gráficos, que parecem inacabados; ou seja, o que poderia ser um visual clean para as máquinas acaba tendo o aspecto de jogo em produção ou Game Preview. Detalhe: apesar de possuir características próprias, os robôs não diferem muito entre si em suas funções, o que faz com que a escolha por determinado tipo seja mais pela estética do que pela utilidade.

    Construindo e comprando

    Logo no início, o jogador aprende através de um tutorial como montar seu robô, peça por peça. É um processo um pouco demorado, mas que é decisivo para a ação, afinal, uma boa configuração de seu veículo irá decidir sua sobrevivência nas batalhas. São diversos tipos de peças: cubos (ajudam na resistência do robô), movimento (rodas, patas, entre outras), armas (laser, pistolas de plasma, etc), especiais (escudos, ombreiras) e decorativas (apenas para melhorias estéticas), que são desbloqueadas de acordo com o desenvolvimento no jogo. Você deverá "encaixá-las" uma a uma nos locais indicados, um processo que exige um pouco de atenção. As pessoas que não gostam de customizar a aparência de seus personagens poderão não se sentir atraídas por essa funcionalidade toda. 

    Um dos grandes problemas iniciais, é que são necessários Cosmetic Credits para a compra de peças adicionais através da tela de inventário do jogo. Não é algo que irá definir o desempenho do jogador, são apenas peças estéticas, como holoflags, visuais de armas, peças de máscara, velocímetro, rastros de vapor e mais.

    Os pacotes de créditos possuem preços que variam entre R$ 5,45 e R$ 51,70 (com descontos para assinantes do Game Pass) e acrescentam apenas valor visual ao seu veículo, o que conta mais para quem está na brincadeira pela montagem da máquina, que também pode ser compartilhada para os usuários do jogo em todo o mundo.

    Com a compra de 2.000 Cosmic Credits, o usuário ganha 18 CPU Cosméticas adicionais (CCPU), o que o deixa com 24 CCPU, o máximo permitido no jogo.

    Considerações finais: divertido ou não?

    Jogos de tiro em terceira pessoa são lançados aos montes a cada ano, no que os fãs do gênero possuem além de ampla escolha, títulos com muitas opções de funcionalidades, gráficos, modos, e tudo o que seja atrativo. Robocraft Infinity é uma boa ideia, mas falhou na execução ao ser um pouco limitado nas escolhas.

    Apreciadores de robôs irão se sentir atraídos pelo título, e nesse ponto, ele agrada bastante, sendo uma boa opção para quem quer brincar com algo despretencioso e simples. O modo Multiplayer funciona muito bem, sendo o principal chamariz.

    O ponto mais interessante do jogo, que é a possibilidade de montar o robô livremente, acaba ficando condicionada pela compra de créditos adicionais com dinheiro real para conseguir fazer coisas mais detalhadas, mesmo assim, é diversão garantida. As batalhas online começam a perder a empolgação depois de algumas horas de jogo, se tornando repetitivas, pois não há nenhum diferencial chamativo o suficiente para prender o jogador. É um bom título, mas falta um pouco de produção para ser algo excelente.

    - Qualidades

    - Os combates são divertidos e eletrizantes, garante sim uma boa diversão para quem é fã de jogos de tiro;
    -  A chance de customizar robôs é algo empolgante para quem gosta de brinquedos estilo LEGO;
    - O modo online funciona bem, apesar de tudo.

    - Defeitos

    - A customização de robôs não é tão simples, e pode se tornar um processo aborrecido devido as microtransações;
    - O gráficos parecem meio inacabados, assim como o jogo todo precisa de alguma revisão;
    - Os modos de jogo são todos online, dependentes da ativação da Live Xbox.

    Robocraft Infinity - Xbox One - Nota 7,5


    * Esse texto foi produzido a partir de uma chave cedida pela assessoria de imprensa.  

    terça-feira, 12 de junho de 2018

    HITMAN 2 (Multi) tem data de lançamento anunciada


    HITMAN 2 estará disponível para PlayStation 4, PlayStation 4 Pro, Xbox One, Xbox One X e PC a partir de 13 de novembro de 2018, apresentando um estilo sandbox hiper-detalhado inteiramente novo, cheio de ambientes vivos para explorar.

    Continuando a história do thriller de espionagem, HITMAN 2 apresenta o mestre dos disfarces, Agente 47, embarcando em uma missão para caçar o Shadow Client e acabar de uma vez por todas com sua milícia. No entanto, quando 47 descobre a verdade oculta sobre seu passado, nada será como antes.

    No jogo, e possível planejar um assassinato utilizando uma variedade de ferramentas, armas, disfarces e técnicas furtivas para colocar em ação sua própria cadeia de eventos que culminará na eliminação de seu alvo. “Estamos muito empolgados com parceria com a IO Interactive em HITMAN 2 e em trazer a mais recente história do Agente 47 para uma base de fãs apaixonada e também para novos jogadores”, afirma David Haddad, presidente da Warner Bros. Interactive Entertainment. “A IO Interactive fez um trabalho fantástico com a franquia, e este novo jogo proporcionará uma experiência distinta para os jogadores serem criativos ao eliminar seus alvos”.

    quinta-feira, 7 de junho de 2018

    [Review] Street Fighters 30th Anniversary Collection

    Edição especial de 30 anos traz de volta o melhor de Street Fighter com jogabilidade online aos clássicos.


    Juntar os clássicos jogos 2D icônicos de Street Fighter com uma pitada de jogatina online foi uma das melhores coisas que a Capcom já fez.

    Ao invés de colocar os crossovers de Marvel versus Capcom, temos aqui 12 jogos da franquia principal e Alpha de Street Fighter, em suas 12 melhores versões, para deleite dos fãs. Com uma história de 30 anos de sucesso, e grandes mudanças, seja na jogabilidade ou no gráfico dos personagens, a franquia continua a surpreender, mesmo quando revisita seus primeiros jogos.

    Enquanto em 2017 tivemos Ultra Street Fighter 2 exclusivamente pra Nintendo Switch, 2018 nos agraciou com esta comemoração em grande estilo, e agora os jogos foram preparados para a geração atual, tendo a opção de fazer campeonatos online, ou mesmo jogando com imagens bonitas e não esticadas, como a maioria das coletâneas faz.

    Um trabalho digno dos fãs, merecedor do título de Edição Especial, e um tiro certeiro, com certeza temos muitos pontos positivos, e provavelmente uma garantia que Street Fighter ainda tem muito gás pra aguentar mais 30 anos (se continuar melhorando sem perder a essência).


    O que há de novo?

    Quando Street Fighter 5 saiu, o serviço de central online de jogadores foi um formato de serviço muito agradável, e que chamou atenção. Esta sensação retorna ao ligar este jogo também, junto da nostalgia de ver antigos logos dos jogos clássicos, o que já dá um certo arrepio na galera que viveu o início desta história.

    Bom, são 12 jogos, porém, se for descartar o fato de Street Fighter 2 e 3 terem várias versões, que acrescentavam um ou outro personagem e alguma pequena melhoria/mudança, temos aqui 6 jogos (Street Fighter 1, 2, 3, Alpha 1, Alpha 2, Alpha 3), e cada versão poderia ser considerada o que após a era dos 128 bits (Playstation 2, Dreamcast, etc) foi chamado de "DLC". Ainda assim, a qualidade e carinho que foram colocados aqui realmente surpreende.


    Modo Online e Arcade

    O modo online com certeza é o grande destaque da vez, pois remete muito à velha visita aos fliperamas ou casa de amiguinhos para jogar um contra o outro, na mesma medida de emoção, com opções que simulam os dois tipos de jogo. Na sinceridade, podemos ter certeza que este é o modo que mais vai animar a maior parte dos fãs de jogos de luta, pois traz algo que há tempos foi sumindo, e muita gente acabava tendo que usar o "jeitinho brasileiro" (emuladores) para poder aproveitar.Com certeza é uma belíssima oportunidade dos jogadores desta era de Street Fighter 3D terem o gostinho do jogo Old School dos bons e velhos clássicos.

    Falando do modo Arcade Online, que lhe permite simular um fliperama na tela, assim como era nas décadas de 80 e 90, em que você joga em uma máquina, mas a qualquer momento pode aparecer outro jogador, colocar sua ficha e entrar no seu jogo para te desafiar ou ser desafiado. Temos essa experiência offline/online, e de ambas as formas, você pode estar jogando e de repente alguém pode surgir, mas, é possível configurar a frequência em que você quiser ser desafiado, o que também ajuda a não te descabelar.

    Se você gosta de se destacar ou mesmo ter alguns grandes desafios e ser reconhecido, tem também a Partida Classificada, com ranking mundial, que já está bem competitivo desde o minuto em que o jogo foi lançado.

    Se você não curte tanto uma competitividade acirrada, só quer passar o tempo e relembrar o passado,  existem as partidas casuais, perfeitas para aqueles que jogaram um jogo da franquia e só querem relembrar. Nelas, você escolhe um dos quatro com modo online (SF2, Super SF2 Turbo, SF3: 3RD Strike e SF Alpha 3).

    Salas criadas para amigos, fazer mini torneios ou apenas se desafiar aleatoriamente, são possíveis também. Há suporte até quatro pessoas em uma sala, e nesse modo é possível selecionar os quatro jogos com modo online para serem jogados de forma diversificada entre os participantes. Offline, dá para jogar multiplayer em todos, menos no primeiro Street Fighter. São suportados também vários tipos de controle, como os enormes joysticks estilo fliperama, que são vistos em campeonatos, assim como o controle comum, então, dá pra agradar o gosto de todo tipo de jogador


    Gráficos antigos

    Como é uma coletânea de jogos antigos, da época das TVs de tubo, existe uma simulação de estilo de máquina que você pretende jogar. Você pode escolher entre um filtro de tela de TV antiga, fliperama, modo widescreen (estica a tela e preenche completamente as TV's e monitores atuais, mas, não fica tão bonito) e artes laterais de fliperama, pra preencher os cantos e dar aquele clima oldschoool (quem se lembra de jogar Pokemon de Gameboy com o GamePak de Nintendo 64 em Pokemon Stadium?).

    Lógico que não poderia faltar o Museu do jogo, em que você pode conferir a história da franquia, com textos, imagens, sons de cada época, e tem a opção de ler tudo em português, como uma boa e velha revista de games, cheia de detalhes nostálgicos.

    Pontos positivos
    - Muitas opções de jogatina tanto online quanto offline
    - Escolha de filtros gráficos
    - Jogabilidade fiel
    - Mantém a essência dos clássicos

    Pontos Negativos

    - Imagem Widescreen "esticada" (modo Widescreen desconfortável)
    - Não dá pra fazer jogatina Cross-Platform (PS4 versus Xbox versus PC versus Switch)

    Nota: 9,0

    terça-feira, 3 de abril de 2018