O game, que estreou no PC em 10 de junho de 2025, mistura elementos de MMO e survival para transportar os jogadores ao universo de Duna em uma experiência ambiciosa e repleta de desafios.
Com a novidade reacendendo o interesse pelo título, vale a pena observar mais de perto o que o jogo tem a oferecer e por que ele vem chamando a atenção dos fãs de Duna e dos entusiastas de jogos de sobrevivência. Afinal, vale a pena jogar Dune: Awakening?
Poucas obras de ficção científica possuem um universo tão rico e influente quanto Duna. Criada por Frank Herbert, a franquia atravessou décadas conquistando fãs por meio de seus livros, adaptações para o cinema e diversas interpretações em diferentes mídias. Agora, a Funcom tenta levar esse legado para um novo patamar com Dune: Awakening, um jogo que combina sobrevivência, exploração e interação multiplayer em uma recriação de Arrakis em larga escala.
A proposta é simples de entender, mas complexa em sua execução: sobreviver em um dos planetas mais hostis da ficção científica enquanto busca recursos, constrói sua base, desenvolve equipamentos e encontra seu espaço em meio às disputas que envolvem as Grandes Casas. Tudo isso em um mundo compartilhado com outros jogadores.
Arrakis é o verdadeiro inimigo
Em Dune: Awakening, sobreviver vai muito além de enfrentar inimigos armados. O próprio planeta se apresenta como a principal ameaça. O calor intenso, a escassez de água, as tempestades de areia e, claro, os icônicos vermes gigantes fazem parte da rotina de quem decide explorar as vastas regiões do deserto.
Essa abordagem ajuda a diferenciar o jogo de outros títulos de sobrevivência disponíveis atualmente. A sensação constante de vulnerabilidade e a necessidade de administrar recursos transformam cada expedição em uma decisão estratégica. Em muitos momentos, o ambiente parece representar um perigo maior do que qualquer adversário encontrado pelo caminho.
A ambientação também surge como um dos pontos mais promissores da experiência. A Funcom parece ter dedicado atenção especial à construção de Arrakis, recriando elementos conhecidos pelos fãs e utilizando o planeta como peça central da jogabilidade.
Construção, exploração e liberdade de progressão
Assim como outros jogos do gênero, Dune: Awakening aposta em sistemas de coleta de recursos, fabricação de equipamentos e construção de estruturas. Conforme os jogadores avançam, novas ferramentas, armas, veículos e opções de personalização passam a ficar disponíveis.
A escolha do mentor durante a criação do personagem também adiciona uma camada interessante de progressão, influenciando habilidades iniciais e oferecendo diferentes caminhos para o desenvolvimento do jogador. Essa liberdade contribui para que cada jornada tenha características próprias.
Outro destaque é a exploração. O mapa de Hagga Basin, principal área de progressão durante boa parte da aventura, reúne diferentes regiões, recursos e desafios, incentivando a descoberta constante de novos locais.
Uma experiência pensada para ser compartilhada
Embora seja possível encarar Arrakis sozinho, Dune: Awakening claramente foi desenvolvido para estimular a interação entre jogadores. Sistemas de comunicação, grupos e guildas ocupam papel importante na experiência, permitindo que desafios mais complexos sejam enfrentados em conjunto.
O PvP também adota uma abordagem interessante. Em vez de transformar todo o mapa em uma zona de conflito permanente, o jogo concentra os confrontos em regiões específicas. Dessa forma, jogadores que preferem focar na exploração, construção e progressão podem aproveitar grande parte da experiência sem a preocupação constante de serem atacados.
Já aqueles que buscam disputas mais intensas encontram áreas dedicadas ao combate entre jogadores, especialmente nas regiões avançadas do conteúdo de endgame.
Vale a pena jogar?
Dune: Awakening chega ao mercado com uma proposta ambiciosa e vários elementos capazes de chamar a atenção dos fãs de sobrevivência e do universo criado por Frank Herbert. A combinação entre exploração, gerenciamento de recursos, construção de bases e interação social parece oferecer uma identidade própria dentro de um gênero cada vez mais competitivo.
Ainda será necessário acompanhar como a experiência evoluirá ao longo do tempo com a chagada aos consoles, especialmente em relação ao conteúdo de endgame, equilíbrio entre os sistemas e suporte pós-lançamento. No entanto, as impressões da versão para PC indicam que a Funcom conseguiu capturar boa parte da atmosfera de Duna e transformá-la em uma experiência que valoriza tanto a sobrevivência quanto a sensação de fazer parte de um mundo vivo e em constante transformação.
Para quem aprecia jogos de sobrevivência, MMOs e o universo de Duna, Arrakis parece oferecer uma jornada que merece atenção, em todos os tipos de plataformas.
Texto produzido a partir de chave fornecida por assessoria de imprensa
Revisado por IA
